Ter horta própria dá uma satisfação que não se mede em euros. Escolhe-se o que plantar, controla-se a rega e colhe-se à hora que convém. Para quem está reformado ou tem flexibilidade de horários, pode ser uma ocupação agradável e útil ao longo de todo o ano.
Há, porém, exigências que se subestimam. Uma horta pede presença regular, sobretudo na primavera e no verão, e não perdoa ausências longas. Há ainda o custo de sementes, ferramentas, água e, por vezes, vedações ou um pequeno abrigo, despesas que convém somar antes de começar.
Convém também ser realista quanto ao que se produz. Uma horta familiar bem tratada abastece a casa durante boa parte do ano, mas raramente gera um rendimento que mereça esse nome. Encare-a como uma poupança e um passatempo, não como um negócio.
- Custos iniciais: ferramentas, sementes, vedação e água
- Tempo semanal necessário, que varia com a estação
- Colheita pensada para consumo próprio e família